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A Xiaomi, até então, era uma empresa que concentrava a venda de seus smartphones e outros dispositivos na internet, com o objetivo de manter os preços baixos. Mas isso deve mudar nos próximos anos, porque a chinesa tem planos de abrir 1.000 lojas até 2020.
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De acordo com o CEO Lei Jun, as lojas têm como objetivo principal que os clientes possam “tocar e testar” os aparelhos, o que irá melhorar a experiência oferecida aos consumidores. Embora ele não tenha confirmado a localização das lojas, acredita-se que a maioria seja aberta na China.
Um porta-voz da empresa afirmou que a marca Xiaomi se tornou familiar na China e sua presença na Ásia deve aumentar relativamente rápido.
Embora a fabricante seja conhecida por suas margens de lucro apertadas quando o assunto é hardware, e abrir lojas físicas pode forçar a empresa a ter que aumentar os preços do produto, ela não tem muita escolha. Suas vendas diminuíram neste ano e, em parte, porque sua rival Huawei possui 11 mil lojas em toda a China. As lojas físicas conseguem tanto atrair os compradores mais impulsivos, quanto aumenta o reconhecimento da marca.
Via Engadget