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É bem difícil estabelecer qual foi o primeiro robô da história, porque o critério para definir o que é um robô antigo é um pouco obscuro. No entanto, um dos grandes candidatos é Eric, criado no ano de 1928 no Reino Unido, apenas 7 anos depois do escritor tcheco Karel Capek cunhar o termo “robot”.
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Não se sabe qual foi o destino final de Eric, que pode muito bem ter sido desmontado por seu criador e vendido como sucata. Mas isso não muda o fato de que ele entrou para a história, e lugar de história é no museu.
É por isso que o Museu de Ciência de Londres decidiu refazê-lo como parte de uma exposição que conta uma história de 500 anos de evolução dos robôs humanoides. O museu havia recorrido ao Kickstarter para levantar 35 mil libras esterlinas para remontar Eric e superou a marca em mais de 15 mil libras.
Com isso, agora o público terá a oportunidade de conhecer de perto as façanhas de Eric, pelo menos até o dia 30 de novembro. Eric, chamado de “um homem quase perfeito”, não era capaz de muita coisa, no entanto, e podia apenas sentar e ficar e pé, mexer um pouco seus braços metálicos e proferir algumas frases pré-programadas. Ou seja: ele era mais uma atração do que, de fato, um projeto visionário e futurista.
Isso não tira o mérito de seus criadores, autores de um projeto interessante e à frente do seu tempo. O museu procurou os descendentes dos autores Captain Richards e A.H. Refell para poder recriar Eric e obteve materiais de referência que ajudaram na recriação do robô com o máximo de fidelidade possível.