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O aplicativo ‘Lifestage’, que promete ser um “Facebook” voltado apenas para adolescentes chegou ao Android, após já ter sido lançado no iOS. O app promete ser uma rede social para conectar os jovens e oferecer recursos já conhecidos em outros serviços como o Snapchat.

Em vez de fotos de perfil, o aplicativo traz a possibilidade de o usuário usar várias selfies para mostrar suas “faces”. Além disso, eles podem fazer vídeos para mostrar do que eles gostam, do que eles não gostam e apresentar pessoas importantes de vida, como familiares, amigos, namorados e animais de estimação. O app incentiva o usuário a atualizar sempre suas informações.

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Em relação a usabilidade, o aplicativo não se diferencia muito do Snapchat, que é o serviço que mais atrai os jovens atualmente. No entanto, ele não possui uma ferramenta nativa de chat, ou qualquer outro tipo de interação direta entre duas pessoas; para isso, ele permite que os usuários publiquem seus usernames no Instagram, Snapchat, ou outro serviço que prefiram. Ele funciona sem qualquer vínculo com o Facebook, permitindo que quem não tenha uma conta na rede social possa usar o Lifestage, mas por enquanto funciona apenas nos Estados Unidos. 

Até então o aplicativo não fez muito sucesso na AppStore, não sendo ainda um risco para seus grandes concorrentes. Mas vale esperar para ver qual será o resultado do app com o seu lançamento para o sistema operacional do Google.

O objetivo do Lifestage é muito similar ao do Facebook de 2004. Na época, a rede social que hoje tem 1,6 bilhão de usuários era voltada para estudantes universitários se relacionarem entre si. A pegada do Lifestage é parecida, unindo jovens estudantes em uma plataforma mais adaptada para os dias atuais. 

O aplicativo foi desenvolvido por Michael Sayman, o gerente de produto mais jovem do Facebook, com apenas 19 anos. Ele admite que a inspiração do projeto foi observar a proposta inicial do Facebook, considerada por ele muito interessante, e trazê-la para os dias atuais, mas não sem antes rir da interface do Facebook na época. 

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Via Engadget