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A Intel Security divulgou nesta quarta-feira, 30, seu relatório de previsões de ameaças para 2017, estudo que identifica as principais tendências, além de destacar os desafios mais difíceis a serem enfrentados pelo setor de segurança na web.

O documento foi elaborado com base nas opiniões de 31 líderes da companhia e faz previsões para que as empresas mantenham sua segurança reforçada.

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Confira a lista completa das principais ameaças para 2017:

1. Os ataques de ransomware devem reduzir e se mostrar menos eficazes a partir do segundo semestre do ano que vem.

2. Outro item que deve diminuir é a exploração de vulnerabilidades do Windows. “As ameaças que têm como alvo softwares de infraestrutura e softwares de virtualização vão aumentar”, explica a Intel.

3. Entre os principais alvos dos criminosos estão hardware e firmware. Os especialistas explicam ainda que os invasores estarão cada vez mais capacitados.

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4. Outra tendência para 2017 é o sequestro de drones. “Usando softwares em execução em laptops, os hackers farão tentativas de ‘sequestro de drones’ para diversas finalidades criminosas ou de hacktivismo”, conta a empresa.

5. Os ataques móveis devem combinar bloqueio de dispositivos móveis com o roubo de credenciais.

6. Os malwares de Internet das Coisas vão criar pontos não autorizados de acesso às casas conectadas que poderão ficar anos sem ser detectados.

7. O aprendizado de máquina acelerará e pode deixar os ataques de engenharia social mais sofisticados.

8. Os anúncios falsos e curtidas compradas continuarão crescendo.

9. As guerras de publicidade se agravarão e as novas técnicas utilizadas pelos anunciantes para distribuir anúncios serão copiadas por hackers para aumentar a capacidade de distribuição de malware.

10. Questões de privacidade continuam em destaque no ano que vem, graças ao trabalho de hacktivistas.

11. O crime cibernético deve diminuir graças à colaboração entre o setor e a polícia.

12. O compartilhamento de informações sobre as ameaças também deve ajudar o segmento.

13. A espionagem cibernética deve se popularizar no setor privado e no submundo do crime, assim como já acontece entre os países.

14. Empresas dos setores de segurança física e cibernética vão trabalhar juntas para blindar produtos contra ameaças digitais.

“Para superar a engenhosidade dos nossos adversários, precisamos ir além da simples compreensão do panorama de ameaças para mudar a dinâmica entre invasores e defensores em seis áreas-chave: assimetria de informações, tornar os ataques mais caros, aumentar a visibilidade, identificar melhor a exploração de legitimidade, reforçar a proteção de dados descentralizados, bem como detectar e proteger ambientes sem agente”, explica Vincent Weafer, vice-presidente do McAfee Labs na Intel Security.