Funcionários da Uber são acusados de rastrear políticos e celebridades

Redação 13/12/2016 13:28, atualizada em 13/12/2016 13:30
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Os funcionários da Uber estão sendo acusados de usar o sistema de rastreamento da empresa para monitorar o paradeiro de políticos, celebridades e outros usuários, segundo uma ação movida por um ex-funcionário da companhia.

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Segundo o investigador forense que trabalhou na Uber Ward Spangenberg, a falta de segurança da empresa em relação aos dados dos usuários permitiu que funcionários perseguissem ex-namorados, ex-cônjuges e tivessem acesso às informações de viagens de celebridades como a cantora Beyoncé.

Outros cinco ex-funcionários de segurança confirmam que, mesmo após uma denúncia, feita em 2014, de que a Uber monitorava o trajeto de jornalistas que escreviam contra a empresa, a companhia continuou permitindo aos funcionários acessar os dados de usuários e motoristas.

Spangenberg começou a trabalhar com o sistema de segurança da Uber em março de 2015, mas foi demitido menos de um ano depois por sofrer retaliações ao apontar os lapsos de segurança e outros problemas da empresa. Ele ainda alega que a Uber desconectava escritórios durantes investigações policiais para atrapalhar a perícia e destruía documentos relacionados a processos judiciais pendentes.

A acusação pode ser um problema para a empresa, que já vem sofrendo pressão após a nova versão do seu aplicativo ser capaz localizar os usuários mesmo quando eles não estão usando a plataforma.

Via The Verge e Reveal

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Redação

Redação é redator(a) no Olhar Digital

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