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A Tesla está processando Sterling Anderson, ex-diretor do segmento de piloto automático da companhia, por roubar informações confidenciais e tentar recrutar funcionários da Tesla para trabalhar em uma nova empresa que ele e Chris Urmson, que trabalhou no Google, estavam fundando.

“Centenas de gigabytes de informações confidenciais da Tesla foram transferidas para o computador pessoal de Anderson”, explica o processo judicial. Quando o profissional pediu demissão, devolveu os documentos, mas não os backups criados.

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O diretor teria feito propostas de emprego a alguns funcionários, mas apenas dois aceitaram o convite, o que teria caracterizado quebra de contrato. À Tesla, Anderson teria dito que queria passar um tempo com a família, e não que iria trabalhar em uma concorrente.

“Obviamente, se Anderson tivesse revelado os verdadeiros fatos à Tesla, ele teria sido desligado imediatamente. Em vez disso, foi acordado que ele permaneceria na empresa até o lançamento da atualização seguinte do sistema de piloto automático, o que aconteceria nas semanas seguintes”, explica o documento.

O profissional afirma que o processo é “sem mérito” e “revela a paranoia surpreendente da Tesla e um medo saudável da concorrência”. “Este abuso do sistema legal é uma tentativa maliciosa de sufocar um concorrente e destruir reputações. Esperamos desmentir essas afirmações falsas no tribunal”, declara.

Via Recode

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