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A campanha de boicote à Uber nos Estados Unidos surtiu um efeito nefasto na contabilidade da empresa, que perdeu 200 mil usuários em questão de dias.
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O número foi revelado pelo jornal The New York Times, que também noticiou a saída do CEO da Uber, Travis Kalanick, do conselho econômico de Donald Trump após forte pressão tanto dos usuários quanto dos funcionários e motoristas da empresa.
Foram semanas complicadas para Kalanick. Desde que anunciou que participaria do novo governo estadunidense, em dezembro, o executivo tem enfrentado descontentamento interno. Então, na semana passada, veio o descontentamento externo.
Quando Trump assinou um decreto com restrições pesadas a imigrantes, taxistas encabeçaram protestos pelos aeroportos do país. Como o sistema da Uber calcula o valor das corridas com base em demanda, a falta de taxistas naquele momento fez com que o serviço da empresa ficasse mais caro, levando muita gente a entender que a empresa estava tirando proveito da situação.
Veio, então, a campanha de boicote. Ela foi tão forte que a Uber foi obrigada a automatizar o processo de descadastramento, e agora já se sabe o porquê: 200 mil usuários a menos é um golpe e tanto.
Em uma reunião interna realizada na ultima quinta-feira, 2, Kalanick ouviu de pelo menos dois funcionários a mesma pergunta: “O que seria necessário para fazer você deixar o conselho econômico?”. A resposta veio na mesma reunião, pois foi nela que o CEO informou ter desistido do posto.