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Após o presidente Donald Trump assinar um decreto que elimina as medidas criadas pelos Estados Unidos para combater o aquecimento global, as maiores empresas de tecnologia do mundo prometem lutar para que o político reavalie a ordem. Para isso, Apple, Google, Microsoft e Amazon já declaram que continuarão trabalhando no uso de energia limpa para impedir (ou ao menos retardar) o aquecimento global.
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Para entender melhor, o ato revoga duas ordens da gestão de Barack Obama que formavam a base do Clean Power Plan (Plano Energia Limpa). Essa era uma das promessas feitas pelo político durante as eleições norte-americanas. Para Trump, a medida vai liberar a produção e gerar mais empregos para o país.
“Nós acreditamos que fortes políticas de energia limpa, como a Clean Power Plan, podem tornar o fornecimento de energia renovável mais robusto para enfrentar a ameaça das alterações climáticas”, afirmaram as companhias em pronunciamento conjunto à imprensa.
No caso da Apple, a empresa de Tim Cook investiu US$ 1,5 bilhão para facilitar a conversão para a energia sustentável no ano passado. O Google, por sua vez, espera que todos os seus data centers e escritórios possam funcionar exclusivamente com esse tipo de energia já em 2018.
Além das gigantes de tecnologia, outras empresas líderes em seus setores também comentaram a decisão. Enquanto o Walmart e a IKEA expressaram publicamente a sua desaprovação com o ato do republicano, a Associação Independente de Petróleo e a Câmara do Comércio se mostraram satisfeitas com a medida.