Siga o Olhar Digital no Google Discover
Em 2015, a polícia federal dos EUA, o FBI, se viu no centro de uma polêmica sobre segurança e privacidade ao pedir à Apple que desse um jeito de desbloquear o iPhone de um terrorista envolvido no atentado de San Bernardino, em que 14 pessoas foram mortas por dois atiradores que morreram no confronto com a polícia.
Ofertas
Por: R$ 4.460,93
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
No fim das contas, o FBI pagou para que uma empresa privada especializada em segurança eletrônica abrisse as portas do iPhone investigado. Só agora, mais de um ano depois, é que foi revelado quanto esse “hack” custou aos EUA: US$ 900 mil, equivalente a mais de R$ 2,8 milhões em conversão direta.
A informação veio do próprio diretor do FBI, James Comey, durante uma audiência no Senado realizada na semana passada a portas fechadas. Após a reunião, a democrata Dianne Feinstein deu entrevista à agência de notícias Associated Press e revelou a quantia. Até agora, o valor era segredo das autoridades, que se recusavam a divulgá-lo.
Pode ser que esse número, US$ 900 mil, também não seja a quantia exata paga pelo FBI, já que foi revelado indiretamente e não foi confirmado pelas autoridades. A empresa paga para fazer o serviço também continua mantida em segredo.
[Gizmodo]