Siga o Olhar Digital no Google Discover
Um novo método desenvolvido por cientistas da Universidade de Yale, nos EUA, vai facilitar a captura de imagens de células vivas, permitindo que imagens mais detalhadas sejam obtidas com o tempo.
Ofertas
Por: R$ 795,00
Por: R$ 94,99
Por: R$ 1.109,00
Por: R$ 489,00
Por: R$ 169,00
Por: R$ 74,10
Por: R$ 74,10
Por: R$ 1.435,96
Por: R$ 764,99
Por: R$ 3.369,83
Por: R$ 2.998,99
Por: R$ 4.599,00
Por: R$ 521,00
Por: R$ 999,00
Por: R$ 999,00
Por: R$ 109,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 469,00
Por: R$ 5.219,10
Normalmente, quando cientistas usam tecnologia microscópica avançada para ver detalhes de células vivas, eles aplicam tinta fluorescente no objeto para que ela se prenda às proteínas e permita a visualização das células. Mas as proteínas não são bem distribuídas, e a tinta “apaga” rapidamente; no fim das contas, a visualização não é tão precisa quanto poderia ser.
O novo método desenvolvido pelos cientistas de Yale aplica a tinta a lipídios, segundo o Engadget, o que permite que mais tinta seja usada e, assim, seja possível ver mais partes da célula. Além disso, a tinta “dura” mais tempo do que quando aplicada às proteínas. Isso permite imagens mais detalhadas delas, o que pode contribuir bastante para pesquisas.
O vídeo abaixo explica melhor a nova tecnologia e compara a visualização de células em microscópio usando o novo método (imagem à esquerda) e o antigo (à direita):