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A briga entre representantes da indústria hoteleira e o Airbnb está escalonando de tal forma nos Estados Unidos que atingiu o ponto de envolver um dos temas que mais geram comoção no país: o terrorismo.
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Nesta semana, foi veiculado um anúncio publicitário pago pela Hotel Association of New York City e pelo sindicato dos trabalhadores do setor na cidade sugerindo que o sistema operado pelo Airbnb é ideal para esconder terroristas por lá.
A peça abre informando sobre a existência de mais de 40 mil anúncios via Airbnb na metrópole e acusando a empresa de permitir estadias “ilegais” — porque, em NY, é proibido fazer locações de curta duração fora do sistema hoteleiro. O anúncio também ressalta que o Airbnb se recusa a divulgar os endereços dos hospedeiros.
A partir daí, surge uma série de quadros de cunho mais sensacionalista, como um recorte sobre o fato de que um terrorista que atacou Manchester, na Inglaterra, no começo deste ano estava hospedado em uma plataforma semelhante à do Airbnb — mas que, como destaca o Gizmodo, não era o próprio Airbnb.
Em nota enviada ao site Gothamist, um porta-voz do Airbnb demonstrou que a empresa ficou bem desconfortável com o anúncio publicitário, classificado como “tática ultrajante” usada para causar medo.
Diretor de políticas públicas do Airbnb, Josh Meltzer publicou uma carta-resposta em que chama a tentativa de ligar a empresa ao atentado do Reino Unido de uma desprezível “campanha corporativa cínica de relações públicas”.
“Sua companhia e os grupos que você financia podem se opor ao Airbnb e às pessoas de classe média que compartilham suas casas, mas usar um ataque terrorista global para proteger seu ponto de partida é passar da conta e não deveria ser aceitável dentro do discurso civil”, escreveu.