Siga o Olhar Digital no Google Discover
A Nokia divulgou nesta semana mais uma edição do seu tradicional relatório de segurança do mercado mobile. O estudo, que leva em conta 100 milhões de dispositivos na América do Norte, Europa e partes da Ásia, traz updates sobre o estado dos vírus para celular no mundo.
Ofertas
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
De acordo com o relatório, 68% de todos os dispositivos móveis infectados por vírus no mundo rodam o sistema operacional Android. Outros 28% estão usando Windows e cerca de 3% rodam iOS. Ainda assim, o número de aparelhos infectados é menor do que o que se imagina.
Segundo o estudo realizado pela Nokia, uma média de 0,94% de todos dispositivos Android do mundo são infectados por vírus todo mês. Ao todo, contando Android, Windows e iOS, essa média é de apenas 0,68%. Ou seja, menos de 1% dos dispositivos móveis do mundo têm algum vírus instalado.
Além disso, a Nokia afirma que já coletou mais 16 milhões de amostras de vírus diferentes para Android – um crescimento de 53% em relação ao mesmo estudo feito um ano atrás. Apesar dos resultados negativos, porém, a Nokia faz elogios ao sistema operacional do Google, como reporta o ZDNet.
Segundo a empresa, “o Google tem feito um excelente trabalho com o Google Play Protect e finalmente tem garantido a segurança da infraestrutura Android”. Google Play Protect é o antivírus nativo do Android que o Google lançou há alguns meses, mas que, como outros antivírus, não é infalível.
Vez ou outra, malwares são flagrados sendo distribuídos pela loja oficial de apps do Android, o Google Play. Mas, segundo a Nokia, o perigo ainda está fora dela. “Infelizmente, lojas de terceiros são muito comuns no ecossistema Android”, diz o relatório, ressaltando que essas lojas “clandestinas” ainda têm muito o que fazer até oferecer um nível de segurança no mesmo patamar que o do Google.