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O advento da condução autônoma traz um efeito colateral sobre o qual as empresas de tecnologia não estão falando com entusiasmo: a náusea. Mas parece que a Uber está trabalhando para combater o problema.
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Pessoas mais sensíveis podem sofrer enjoo quando estão em um veículo em movimento devido ao desarranjo entre o que os olhos veem e o que o cérebro entende. Isso pode ser acentuado em carros autônomos porque, ao contrário do humano, que preza por uma condução suave, a máquina foca em segurança, o que resulta em uma condução mais bruta, com frenagens bruscas frequentemente.
A Uber, então, registrou uma patente com ideias para enganar o cérebro e mitigar tais efeitos. O documento, descoberto pelo Mashable, descreve sistemas que usariam efeitos de luz e ar simulando mudanças de direção e até assentos móveis que vibram para passar ao passageiro a sensação de que ele está indo em determinado sentido.
E pelo menos a primeira ideia — de expor a pessoa a uma corrente de ar específica — conta com apoio científico, já que um estudo do Experiment Brain Research repercutido pelo mesmo Mashable revelou que o truque funciona. Já os bancos vibratórios, por outro lado, não apresentaram resultados significativos.
Como tudo isso consta apenas no formato de patente, porém, ainda é incerto se a Uber pretende aproveitar alguma dessas ideias.