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A Black Friday gerou faturamento de R$ 2,1 bilhões para o e-commerce brasileiro em 2017, alta de 10,3% ante aos R$ 1,9 bilhão registrados no mesmo período do ano passado, segundo o levantamento realizado pela Ebit.
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Os dados ainda mostram que o número de pedidos cresceu 14%, de 3,30 milhões para 3,76 milhões, enquanto o tíquete médio caiu 3,1%, de R$ 580 para R$ 562, na comparação entre os períodos.
A retração do tíquete médio já era uma tendência verificada pela instituição na quinta-feira, 23, véspera da Black Friday, sendo que, ao contrário das duas últimas edições, que foram pautadas pelo crescimento no tíquete médio, neste ano o grande vetor do crescimento foi no número de pedidos – que foi quase o dobro do estimado pela Ebit.
Segundo o CEO da Ebit, Pedro Guasti, na tentativa de atrair consumidores, os varejistas fizeram ações promocionais mais agressivas nas categorias de maior valor agregado, que são as mais consumidas no e-commerce e isso refletiu no gasto médio. Além disso, os lojistas de todos os segmentos ofereceram produtos com descontos reais e isso atraiu o consumidor.
Outro ponto de destaque da Black Friday foi o crescimento das compras realizadas por celular. os pedidos via mobile aumentou 81,8% na comparação com o ano passado. Além disso, “m-commerce” representou 26,5% em volume financeiro das compras realizadas, alta de 41,5% ante 2016. O valor médio das compras via dispositivos móveis foi de R$ 515.
Os eletrodomésticos foram os produtos em destaque da Black Friday de 2017 – a categoria representou 23% do faturamento total. Já os celulares foram responsáveis por 21% da receita de vendas, seguidos pelos eletrônicos, com 17%. As categorias de informática e casa e decoração representaram 10% e 60% do faturamento, respectivamente.