Siga o Olhar Digital no Google Discover
O russo Pyotr Levashov é conhecido como um dos maiores spammers do mundo, responsável por redes de dispositivos robotizados (botnets) capazes de disparar golpes de phishing e e-mails falsos para milhares de usuários ao redor do mundo. Nesta semana, ele foi preso.
Ofertas
Por: R$ 4.519,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
Levashov foi detido pela polícia de Barcelona e extraditado para os Estados Unidos a pedido do FBI, a polícia federal norte-americana. O russo foi preso por sua ligação com a botnet Kelihos, que, segundo investigações, chegava a disparar 4 bilhões de mensagens de spam por dia até 2011.
O FBI conseguiu capturar Levashov observando de perto sua conta no iCloud, serviço de armazenamento em nuvem da Apple. Sob mandado judicial, a empresa foi obrigada a fornecer ferramentas para os policias federais monitorarem as movimentações de Levashov.
Em 2016, a polícia russa desativou os servidores usados para sustentar a botnet Kelihos em Luxemburgo. Cooperando com os agentes locais, o FBI então descobriu uma conta de iCloud que frequentemente se conectava aos tais servidores e descobriu que a conta pertencia ao famoso spammer.
A polícia dos EUA não poderia fazer nada enquanto Levashov estivesse na Rússia, e por isso esperou mais de um ano até que ele viajasse a um país com acordo de extradição com os EUA. Foi o que aconteceu em abril do ano passado, quando ele viajou para a Espanha, segundo o The Verge.
O que não foi revelado ainda é como o FBI descobriu que o spammer estaria em Barcelona naquele dia de abril. A Apple não comenta ações realizadas sob ordem judicial. Levashov está preso desde a última sexta-feira, 3, em território norte-americano enquanto aguarda julgamento.