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O modo privado do navegador é bem menos privado do que o nome sugere e já até discutimos isso por aqui. Mas ainda não é todo mundo que entende o recurso. É essa a conclusão de um estudo (via Manual do Usuário) conduzido por pesquisadores das Universidades de Hannover, na Alemanha, e de Chicago, nos EUA, que reuniu as impressões – muitas delas equivocadas – de 460 pessoas sobre a real capacidade das abas anônimas de um browser.
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Para a análise, os pesquisadores desenvolveram um questionário online. Nele, eles primeiro apresentavam um navegador fictício, o Onyx, descrito como um browser normal, com um modo de navegação privada como todos os outros. Depois disso, mostravam a todas as pessoas participantes, entre usuários de Chrome, Firefox, Opera, Edge, Safari e Brave, diferentes telas de alerta de modo privado – todas similares às dos navegadores citados.
Em resumo, depois disso, os candidatos precisavam responder a um quiz, que basicamente perguntava as diferenças entre as informações salvas na navegação em abas normais e em anônimas. O resultado? Mais da metade dos participantes não sabia que os resultados de uma busca ficam salvos, mesmo em modo privado, quando a conta está logada.
Mais de 40% deles também acreditam que, no modo anônimo, a geolocalização não funciona – e uma porcentagem só um pouco menor do que isso, de 37%, ainda acha que fica invisível ao monitoramento das empresas onde trabalham. Por fim, cerca de 22% dos participantes também veem nas abas privadas uma arma contra o rastreamento dos provedores de internet e do governo.
Os pesquisadores acreditam que a causa desses equívocos está na “sobrecarga” do termo “privado”. Na visão deles, “o nome ‘modo privado’ implica significados não intencionais”, porque o próprio conceito de privacidade tem um significado mais profundo e abrangente.
Além disso, para eles, as descrições dos modos anônimos não ajudam a explicar corretamente o que o recurso faz e ainda estão ficando cada vez piores. O exemplo principal dado no estudo foi o do Firefox Focus, que é descrito como um app que permite “navegar como se ninguém estivesse vendo” – embora saibamos que não é bem assim.