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O serviço de transporte privado por aplicativo 99 anunciou a suspensão de novos cadastros de motoristas por duas semanas. A decisão foi tomada após uma série de reportagens denunciarem fraudes no processo de cadastramento de parceiros.

A principal denúncia é contra Patrick Gomes do Nascimento, de 26 anos, motorista do aplicativo em Fortaleza (CE) que usou dados falsos para se cadastrar no serviço para estuprar ao menos seis passageiras. Ele está preso desde 16 de agosto.

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O jornal O Povo, que revelou o caso, também descobriu como é fácil comprar e vender cadastros no serviço 99pop com dados potencialmente falsos. Procurada pelo Olhar Digital, a assessoria da 99 disse apenas que está cuidando da crise na capital cearense.

O mesmo jornal O Povo divulgou um comunicado da 99 em que a empresa diz ter suspenso novos cadastros por duas semanas, “período no qual será realizada uma completa revisão do processo de cadastramento de motoristas”, segundo a empresa.

Além disso, a 99 se comprometeu a revisar “100% da documentação dos motoristas ativos na plataforma” e disse que pretende adotar um sistema de reconhecimento facial para identificar e comprovar a identidade dos motoristas parceiros do serviço.

A empresa ainda afirmou que “repudia qualquer forma de ilegabilidade e lamenta profundamente os casos de violência”.

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