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Serviços de streaming já são a principal forma de consumo de música no mundo, e dados divulgados pela Recording Industry Association of America (RIAA), órgão que representa companhias da indústria fonográfica, divulgou alguns números que ajudam a entender a importância de Spotify e similares na atualidade.
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Um relatório divulgado pela RIAA mostra a distribuição das fontes de receita para a indústria fonográfica. E por mais que CDs físicos e downloads digitais ainda tenham alguma importância, não se comparam a serviços de streaming, responsáveis por 75% do faturamento do setor.
A RIAA considera como streaming não apenas serviços como Spotify, Tidal e Apple Music, mas também sites de streaming de vídeo como o VEVO. Até agora, essas empresas faturaram US$ 3,4 bilhões em 2018, muito mais do que as outras fontes de receita juntas.
O relatório também mostra que o ritmo de crescimento dos serviços de streaming é bem alto: a cada mês, cerca de 1 milhão de usuários se tornam assinantes de algum dos serviços – tem mais gente aderindo ao streaming do que qualquer outro negócio da indústria musical.
Ao mesmo tempo que Spotify e similares crescem, as outras fontes de receita registram quedas: downloads digitais e compras físicas caíram 27% e 41% em receita respectivamente.