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A mais nova versão do iPad Pro, com bordas menores, reconhecimento facial e USB-C, já está pronta para ser vendida no Brasil. O tablet, anunciado pela Apple no final de outubro, foi homologado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
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O órgão é reponsável por autorizar a comercialização de qualquer produto que emita ondas eletromagnéticas no Brasil. Foram homologados os modelos A1876 (só Wi-Fi) e A1895 (Wi-Fi + 4G) do iPad Pro de 12,9 polegadas, segundo o MacMagazine.
No caso do tablet de 11 polegadas, foi homologado o modelo A1980 (só Wi-Fi). A agência também regulamentou a Apple Pencil de segunda geração, caneta que acompanha os novos iPads e que, vendida separadamente, custa R$ 979.
A Apple já confirmou, em seu site oficial, os preços do novo iPad Pro, embora ainda não tenha divulgado a data de lançamento. A versão com 11 polegadas sai por a partir de R$ 6.799. Com a opção máxima de armazenamento, 1 TB, e conexão celular, o preço chega a R$ 14 mil.
Já a versão de 12,9 polegadas custa a partir de R$ 8.400 com as configurações mais básicas. Com conexão celular e 1 TB de armazenamento, o preço salta para R$ 15.600. A versão mais antiga do tablet, o iPad Pro de 10,5 polegadas, agora sai por a partir de R$ 5.400.
Vendido nos EUA, o tablet sai por US$ 799 (com 11 polegadas) e US$ 999 (12,9 polegadas). Mas a versão norte-americana não tem compatibilidade com todas as redes de 4G usadas no Brasil, mesmo problema enfrentado pelos iPhones XS e XS Max.
Recentemente, o iPad Pro recebeu duras críticas pela aparente fraqueza do seu acabamento. O tablet dobrou feito uma folha de papel num teste de resistência do canal JerryRigEverything, no YouTube, e há relatos na internet de modelos que ficaram tortos após terem sido transportados em mochilas.