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O Facebook lançou um recurso para que seus usuários possam criar petições online. Com o nome de Ações da Comunidade, conforme relata o TechCrunch, ele que vai permitir aos usuários notificar as autoridades governamentais sobre as ações que eles gostariam que acontecessem.
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O TechCrunch diz que o recurso começará a ser distribuído primeiro nos Estados Unidos, que poderão criar uma petição, marcar funcionários ou organizações públicas relevantes e fazer com que seus amigos apoiem sua causa. Os defensores de qualquer petição poderão discutir o assunto com outros apoiadores na página e também criar eventos e captar de recursos.
O site caracteriza o recurso como um alvo direto na organização em torno de funcionários públicos, citando exemplos que variam de uma “Moratória em Nova Perfuração para petróleo e gás” em uma página no Colorado, até uma página da Filadélfia pedindo melhores garantias de pedestres em um local da cidade.
O Facebook já tem um grande poder quando se trata de permitir que as pessoas organizem grandes eventos. A rede social caracteriza seu recurso de Ação Comunitária como uma forma de “as pessoas advogarem por mudanças em suas comunidades e se associarem a autoridades eleitas e agências governamentais para chegar a soluções para os problemas da comunidade”.
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O recurso precisa ser bem usado
Mas, como o TechCrunch aponta, há sempre o risco de que algumas pessoas possam fazer mau uso do recurso. Embora o Facebook venha a usar “uma combinação de sinalização do usuário, detecção algorítmica proativa e agentes humanos”, é fácil imaginar que veremos a funcionalidade usada de maneiras erradas, com os usuários configurando petições de forma preconceituosa, mas com nuances suficientes para superar quaisquer salvaguardas que o Facebook possa com o intuito de intervir.
Já existem alguns limites: os usuários não podem, por exemplo, marcar o presidente Donald Trump ou o vice-presidente Mike Pence, o que provavelmente impedirá que as pessoas imediatamente façam uma petição em apoio ao seu muro de fronteira ou a suas demissões.