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Autoridades da Nova Zelândia começaram a processar pessoas por compartilharem cópias das imagens do tiroteio em massa, ocorrido na semana passada em Christchurch. O Facebook estima que o conteúdo foi republicado cerca de 1,5 milhão de vezes nas 24 horas que seguiram o atentado, e as autoridades locais decidiram que a prática pode causar pena de prisão.
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O chefe do órgão censor da Nova Zelândia, David Shanks, determinou que o vídeo de 17 minutos transmitido durante o tiroteio em Christchurch é questionável sob as leis da Nova Zelândia. “É um registro de uma atrocidade terrorista, especificamente produzida com o propósito de promover uma odiosa agenda terrorista”, informou um comunicado do Departamento de Classificação de Filmes e Literatura da Nova Zelândia.
A distribuição on-line de materiais censuráveis vem com sanções legais. Um homem de 44 anos, proprietário de uma empresa de isolamento com simpatias neo-nazistas declaras, foi preso e acusado de distribuir duas vezes materiais censuráveis em violação da Lei de Classificação de Filmes, Vídeos e Publicações da Nova Zelândia. Ele está preso sem fiança e pode ser sentenciado a até 14 anos de prisão por cada delito. Outro homem, de 18 anos, também está enfrentando acusações por compartilhar o vídeo.
E parece que estes não serão dois casos isolados. As autoridades pediram ao Facebook os nomes de outras pessoas que compartilharam o conteúdo. Outros teriam perdido seus empregos por compartilhar o vídeo com colegas de trabalho ou assisti-lo durante o expediente, de acordo com o New Zealand Herald .
Uma mulher foi “presa por suspeita de incitar a desavença racial depois que uma mensagem odiosa foi postada em sua página no Facebook”. Esses posts confrontam a Lei de Direitos Humanos da Nova Zelândia e são passíveis de multa, que pode chagar a US$ 5.000.