Siga o Olhar Digital no Google Discover
A China é o maior mercado de smartphones do mundo: são mais de 790 milhões de pessoas online a partir de dispositivos móveis. Atualmente, o país passa por uma fase complicada na economia e o mercado de celulares pode não estar imune a essas mudanças.
Ofertas
Por: R$ 204,10
Por: R$ 33,90
Por: R$ 274,09
Por: R$ 169,00
Por: R$ 74,10
Por: R$ 74,10
Por: R$ 1.435,96
Por: R$ 764,99
Por: R$ 3.369,83
Por: R$ 2.998,99
Por: R$ 4.599,00
Por: R$ 521,00
Por: R$ 899,00
Por: R$ 4,66
Por: R$ 241,44
Por: R$ 241,44
Por: R$ 3.799,00
Por: R$ 2.083,16
Por: R$ 899,00
Por: R$ 889,00
Por: R$ 79,90
Por: R$ 59,90
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 188,99
Por: R$ 469,00
Por: R$ 5.799,00
Marcas locais crescem no mundo e se tornam preferência na compra de celulares. A Apple, que tem preço mais alto em comparação aos produtos chineses, continua na tentativa de conquistar esse mercado.
De acordo com a Reuters, os consumidores na China estão cada vez mais preocupados com os preços e a chegada do iPhone X posicionou a Apple como marca de produtos de luxo. O resultado foi a redução dos preços das últimas ofertas da gigante de Cupertino por lá. Enquanto isso, as marcas chinesas aproveitam a lacuna deixada no segmento de preços abaixo de US$ 800.
Nos últimos anos, empresas como Huawei, Vivo e Xiaomi produziram telefones com recursos inovadores, como scanners de impressão digital na tela e displays sem ressalto. Enquanto isso, os aparelhos da Apple são muito semelhantes entre si, o que afeta ainda mais suas vendas. Assim, a funcionalidade, principalmente em relação à câmera, prejudica também as vendas.
No ano passado, a participação de mercado da Huawei nos segmentos de US$ 500 a US$ 800 subiu de 8,8% para 26,6% na China, enquanto a participação da Apple caiu de 81,2% para 54,6%. Agora, a marca da maçã prepara um iPhone 5G e um dispositivo dobrável para o próximo ano. A companhia segue proibida de vender diretamente alguns modelos por um processo recebido da Qualcomm no país.
Fonte: wccftech