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Nesta semana, a Xiaomi divulgou um vídeo promocional de seu celular dobrável, o Mi Fold — que mal chegou e já promete fazer barulho. Tanto ele quanto o Galaxy Fold, da Samsung, e o Mate X, da Huawei, pretendem inaugurar, cada um com suas peculiaridades, uma nova batalha no mercado de smartphones: pela hegemonia na flexibilidade da tela. E parece que a Xiaomi tem tudo para largar na frente.
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O design único do Mi Fold, com duas abas dobráveis nas laterais fixas à tela central, tem duas grandes vantagens. Seu conceito se aproxima ao do Huawei Mate X, uma vez que a parte flexível se dobra para fora, não para dentro — com a diferença de que usa duas articulações para se revelar por completo. Esse detalhe permite, por exemplo, que, quando totalmente expandido, o aparelho da Xiaomi se aproxime mais à proporção 16:9, tradicionalmente usada em tablets. Isso o coloca em destaque para assistir a programas de TV e filmes.
E os benefícios desse recurso não param por aí. O Mi Fold não tem um dos principais problemas do Galaxy Fold: sua pequena tela exterior de 4,6 polegadas, que é muito pequena para o que o mercado oferece atualmente. O pior é que as dimensões externas reais do Galaxy Fold criam a impressão de que há muito espaço desperdiçado. Isso pode tornar o dobrável sul-coreano pouco adequado para tarefas do dia a dia (como procurar rotas, navegar na web ou tirar fotos) a menos que se abra totalmente o dispositivo — algo que talvez não se queira fazer no meio da rua.
Por outro lado, o Mi Fold enfrenta um problema totalmente oposto: embora sua tela principal ofereça bastante espaço para o uso comum do telefone, ela também é muito ampla mesmo quando as dobradiças estão fechadas, o que pode gerar incômodo no manuseio. Além disso, o Mi Fold parece ser tão ou mais espesso que o Galaxy Fold — o aparelho da Samsung deve ter algo entre 15 e 17mm.
Preço mais camarada
Enquanto as especificações de design, são, por enquanto, meras expectativas, uma grande vantagem já é flagrante para o Mi Fold: ele pode ser o telefone dobrável mais barato do mercado. Atualmente, a Xiaomi trabalha com uma política que determina que as margens de lucro da divisão de hardware nunca sejam superiores a 5%, uma estratégia que permite a ela vender dispositivos como o Xiaomi Mi 9 por menos de US$ 450.
Mesmo assim, ainda se trata de um custo em torno de US$ 1 mil para o Mi Fold. Em comparação com os preços de US$ 2 mil e US$ 2,6 mil do Galaxy Fold e do Mate X, a ideia de comprar um telefone dobrável parece um pouco mais aceitável.
Fonte: Gizmodo