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Na primeira semana de abril, a sonda espacial japonesa Hayabusa 2, da Agência Espacial do Japão (JAXA), lançou uma bomba na superfície do asteroide Ryugu para criar uma cratera. Nesta quinta-feira (25), a JAXA divulgou as primeiras imagens do resultado da explosão.
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Fotos do depois do asteroide mostram um pequeno buraco na rocha — que não existia na imagem do antes. O material explosivo estava dentro de um dispositivo em formato de cone e detonou apenas a superfície de Ryugu. O objetivo da missão é coletar fragmentos do asteroide e trazê-los para a Terra para que cientistas possam estudar sua composição físico-química.
A Hayabusa 2 foi posicionada a 500m da superfície do asteroide no momento da explosão para mantê-la segura e, assim, evitar que fosse atingida por fragmentos da denotação. A sonda foi equipada com uma câmera móvel que captou a ação de longe, o que deu à equipe uma ideia de onde e como a explosão ocorreu.
[CRA2] Crater formation where the Small Carry-on Impactor collided with Ryugu has been confirmed! These images compare the surface before and after the SCI collision. pic.twitter.com/BZPYlHhSjs
— HAYABUSA2@JAXA (@haya2e_jaxa) 25 de abril de 2019
A Hayabusa 2 está circulando na órbita do Ryugu desde junho de 2018. O asteroide está a mais de 300 milhões de quilômetros da Terra e tem cerca de 900m de diâmetro. As rochas interiores do Ryugu não foram expostas ao ambiente espacial por bilhões de anos. Isso significa que o material é mais bem preservado e representa os aspectos de formação das propriedades do asteroide.
Ontem (24), a Hayabusa 2 saiu em busca do local da cratera e encontrou o que provavelmente é o resultado de seu trabalho. Agora, a JAXA vai examinar a cratera e decidir se vale a pena fazer a sonda pegar amostras do asteroide.
Há chances de a agência considerar a tarefa muito arriscada e não autorizar sua execução. Porém, se a missão continuar, cientistas poderão analisar em breve algumas das rochas mais intocadas que existem desde o surgimento do sistema solar.