Siga o Olhar Digital no Google Discover
Durante uma entrevista, Mark Shuttleworth, fundador da corporação Canonical e criador do sistema operacional Ubuntu, disse: “Nós vimos muitas companhias se interessando pelo Linux, porque querem ter o Ubuntu em suas máquinas para ajudar engenheiros de inteligência artificial.”
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
Esse súbito interesse pegou Shuttleworth de surpresa. O Ubuntu sempre foi usado por desenvolvedores, justamente por seu código aberto, mas segundo Shuttleworth, depois de um tempo no esquecimento, agora as equipes que trabalham com inteligência artificial começaram a exigir o suporte da Ubunto: “Estamos começando o apoio comercial de uma forma como nunca vimos antes”, ele disse.
Enquanto alguns usuários sentem falta da interface do Ubuntu que era baseada no sistema Unity, a nova cara do SO, baseada em GNOME 3, ganhou diversos fãs. Desde então, Shuttleworth disse que as comunidades do Ubuntu e GNOME estão trabalhando em conjunto para colaborar na melhoria de sistema. Porém, o sistema operacional ainda não faz com que a Canonical ganhe muito dinheiro.
Os ganhos da empresa vêm, principalmente, do serviço de nuvem e Internet das Coisas (IoT). Shuteworth disse: “Quase dois terços da nuvem pública é Ubuntu. Isso pode variar de público, porém, o Ubuntu está sempre lá. O trabalho pode ir para o Azure, para o Google, Amazon, mas onde quer que vá, há o Ubuntu fazendo o seu trabalho”.
Como podemos perceber, as novas tecnologias parecem ser mais democráticas quando o assunto é a participação de diferentes sistemas operacionais.
Via: ZDnet