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Beyoncé é uma artista multinacional, conhecida pela sua voz, mas também pelas suas habilidades comerciais. A última notícia que está rodando nas redes exalta esta última característica. Isso porque a cantora teria recebido US$6 milhões de dólares em ações da Uber em 2015, e que, agora, esse dinheiro já equivaleria a US$300 milhões, conforme informa o tuíte abaixo. 

No entanto, o fato está incorreto. Na verdade, a história remonta de 2015 quando, para comemorar seu reinado entre os aplicativos de mobilidade, o Uber queria fazer um privado para seus funcionários e escolheu Beyoncé para isso. E para contratar a cantora, a empresa ofereceu US$ 6 milhões de cachê. A reação dela? Gentilmente declinou a oferta. 

A contraproposta de Beyoncé para realizar o show foi a de que o Uber deveria pagar os US$ 6 milhões em questão na forma de ações. A empresa aceitou e o concerto foi feito. 

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A partir daí, mesmo com os altos e baixos da do Uber, a cantora mostrou que o negócio foi muito bom. Em 2015, o valor de uma ação da companhia de transporte valia cerca de US$35 e, na última quarta-feira (15/5), o valor chegou a US$41,29; ou seja, houve uma valorização de 50% o que, para a cantora, isso significaria uma cifra atual de US$9 milhões. Nada mau pular US$ 6 milhões para US$ 9 milhões em quatro anos, sem fazer esforço ou gastar a voz, não?

Beyoncé não foi a única a investir na companhia de transporte. Ashton Kutcher é dono de parte da Uber desde 2011. Lance Armstrong investiu 100 mil dólares nas primeiras rodadas de financiamento em 2009 e afirmou ter conseguido dinheiro suficiente para “salvar sua família” da ruína. 

Exemplos de famosos tentando ganhar com investimentos não faltam e a Queen Bey continua apostando em ganhos a longo prazo. Recentemente, a cantora fechou acordo de $60 milhões com a Netflix, com a sua primeira produção em sreaming, um documentário sobre os bastidores de seu show no Coachella.

Via: Magnet Xataka