Siga o Olhar Digital no Google Discover
Andar de bicicleta sem usar as mãos é uma habilidade desejada por muitos. Há quem treine por anos para conseguir realizar esse feito. A partir de agora, entretanto, pode ser possível fazê-lo sem muito esforço — graças à inteligência artificial.
Ofertas
Por: R$ 4.519,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
É o que mostra um modelo chinês que se equilibra sozinho, desvia de obstáculos e até responde a comandos de voz simples. No controle do veículo está o chip Tianjic, desenvolvido por um grupo de pesquisadores da Universidade Tsinghua, em Pequim.

Esse processador tem design híbrido: mistura a arquitetura convencional de computação, inspirada em von Neumann, e a neurológica. Assim, é possível executar redes neurais artificiais para detecção de obstáculos, equilíbrio e reconhecimento de voz, em combinação com softwares comuns.
Em um artigo na publicação acadêmica Nature, os cientistas sugerem que a arquitetura combinada pode ser fundamental para o futuro da inteligência artificial. Embora seja um plano ousado, o Tianjic já mostra o diferencial de chips desenhados especificamente para esse algoritmos.
A China tem avançado bastante no desenvolvimento desse tipo de componente. Isso era uma fraqueza da indústria chinesa — que foi muito explorada pelos EUA, especialmente na guerra comercial entre os dois países. A produção de chips altamente tecnológicos continua a ser uma barreira, mas no campo dos itens especializados, a China já se mostra competitiva.