Siga o Olhar Digital no Google Discover
A Agência Nacional das Telecomunicações (Anatel) planejava realizar o primeiro leilão do 5G no Brasil em março de 2020, mas um imprevisto o adiará. As redes de quinta geração usariam a frequência de 3,5GHz, porém testes mostraram que ela causa interferência no sinal da TV aberta transmitida para antenas parabólicas, presentes em cerca de 22 milhões domicílios no país.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Leonardo Euler de Morais, presidente da Anatel, admite a complexidade da questão. “Não sabemos em quanto tempo será encerrada essa discussão”. Contudo, afirma que atrasos no leilão do 5G são ruins para o setor de telecomunicações e para os segmentos da sociedade que efetivamente usarão a tecnologia.
“Precisamos ter cuidado para, ao exigir contrapartidas, não limitar o uso potencial do 3,5 GHz com a tecnologia 5G. Também não podemos impor um custo elevado para o setor ao tentar mitigar as interferências, porque isso certamente vai reduzir o potencial de receita do leilão [no pagamento de outorgas] ou de investimentos em mais banda larga para o país”, disse Morais.
Segundo Ana Eliza Faria e Silva, representante da Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão), é possível que as emissoras de TV aberta façam ajustes técnicos para evitar interferência em suas próprias antenas de transmissão. No entanto, a mesma estratégia não é viável nas parabólicas domésticas.
As fabricantes temem que o preço das antenas parabólicas suba, já que serão obrigadas a adotar filtros que evitem interferências do 5G. Segundo as empresas, isso dificultaria ainda mais o acesso à TV aberta por consumidores de baixa renda.
Via: Valor Econômico e TeleSíntese