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Imagine a infeliz situação: um drone cai na sua cabeça! Hoje, pode parecer inusitado, mas com a crescente popularização desses robôs aéreos, talvez chegue um momento que seja mais seguro andar de capacete pelas ruas. Brincadeiras à parte, para entender o problema, uma pesquisa de 18 meses realizada por algumas universidades norte-americanas analisou os possíveis ferimentos decorrentes de colisões entre drones e seres humanos. Este é o primeiro estudo do gênero no mundo. No total, foram 512 testes de impacto e simulações utilizando 16 veículos diferentes, pesando entre 300 gramas e 6 kg. Os ferimentos mais comuns foram lacerações, cortes e contusões. Houve apenas um incidente de lesão ocular grave.
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O estudo serviu para dar recomendações à Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos; entre elas, estão os protetores de rotor e lâmina para drones. No geral, os resultados mostram que as fatalidades exigiram um grande impacto. E o levantamento sugere que uma morte acidental por drone deve ser bastante rara. O mais perigoso é ser atingido pelo veículo entre os braços do rotor. A conclusão é que a orientação é importante, juntamente com a velocidade e o peso, o que ajudará a ilustrar as regras para drones sobrevoando multidões de pessoas.