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A Apple postou em seu site um comunicado esclarecendo declarações recentes do Google sobre uma falha de segurança que teria permitido a malfeitores monitorar a atividade de usuários do iPhone
 
De acordo com a empresa, o post do Google cria a falsa impressão de um ‘ataque em massa’ para monitorar a atividade privada de populações inteiras em tempo real’, o que ‘nunca foi o caso’.
 
Segundo o Google, hackers estavam explorando falhas no iOS para infectar sites com conteúdo relacionado à etnia Uighur, uma minoria da população chinesa que está sofrendo repressão pelo governo do país. A idéia seria, através dos sites, infectar os smartphones dos usuários e monitorar suas atividades. De acordo com a empresa, o ataque vinha acontecendo ‘há dois anos’.
 
Mas segundo a Apple, evidências apontam que os ataques ficaram no ar por um breve período de tempo, e não por ‘dois anos’. Além disso a falha teria sido corrigida em fevereiro, menos de 10 dias após o Google reportá-la à Apple. A empresa afirma que, na verdade, ela já estava sendo corrigidas quando o Google as reportou.
 
Segundo a Apple, ‘a segurança é uma jornada sem fim, e nossos consumidores podem ter confiança de que estamos trabalhando a favor deles’. Recentemente, a empresa lançou uma atualização de emergência para o iOS fechando uma falha que permitia o Jailbreak de iPhones, mas que também poderia servir para que malfeitores infectassem um aparelho com código malicioso.

Apple acusa Google de criar pânico ao divulgar falha no iOS

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A Apple postou em seu site um comunicado esclarecendo declarações recentes do Google sobre uma falha de segurança que teria permitido a malfeitores monitorar a atividade de usuários do iPhone. 

De acordo com a empresa, o post do Google cria a falsa impressão de um “ataque em massa” para “monitorar a atividade privada de populações inteiras em tempo real”, o que “nunca foi o caso”.

Segundo o Google, hackers estavam explorando falhas no iOS para infectar sites com conteúdo relacionado à etnia Uighur, uma minoria da população chinesa que está sofrendo repressão pelo governo do país. A idéia seria, através dos sites, infectar os smartphones dos usuários e monitorar suas atividades. De acordo com a empresa, o ataque vinha acontecendo “há dois anos”.

Mas segundo a Apple, evidências apontam que os ataques ficaram no ar por um breve período de tempo, e não por “dois anos”. Além disso a falha teria sido corrigida em fevereiro, menos de 10 dias após o Google reportá-la à Apple. A empresa afirma que, na verdade, elas já estavam sendo corrigidas quando o Google as reportou.

Segundo a Apple, “a segurança é uma jornada sem fim, e nossos consumidores podem ter confiança de que estamos trabalhando a favor deles”. Recentemente, a empresa lançou uma atualização de emergência para o iOS fechando uma falha que permitia o Jailbreak de iPhones, mas que também poderia servir para que malfeitores infectassem um aparelho com código malicioso.