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Pesquisadores das universidades de Northwestern e Columbia desenvolveram um nano laser que pode ser usado para detectar doenças e até tratar distúrbios neurológicos do cérebro, como a epilepsia.

Essa criação tem entre 50 e 150 nanômetros de espessura, isso equivale a apenas 1% da espessura de um fio de cabelo humano. Esse fato é notável, pois esse laser pode funcionar dentro de tecidos vivos sem danificá-los. Além disso, o laser é feito de vidro, isso o torna biocompatível.

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Ainda de acordo com os pesquisadores, o uso de lasers para o estudo de tecidos vivos sempre apresentou diversos problemas. Por um lado, aqueles com comprimento de ondas mais longos tendem a penetrar mais facilmente nos tecidos. No entanto, eles seriam expostos a fontes de luz ultravioleta perigosa, por exemplo. No caso de comprimentos mais curtos, estes não atingem os tecidos e são menos eficientes.

O nano laser foi criado para tentar resolver esse problema. Isso foi afirmado por Teri Odom, um dos líderes da pesquisa: “São necessários comprimentos de onda de luz mais longos para se tirar uma foto biológica. O motivo é que eles podem penetrar mais nos tecidos do que em fótons de comprimento de onda visível. No entanto, comprimentos de onda mais curtos são frequentemente desejáveis nessas mesmas áreas. Por isso, nós projetamos um sistema opticamente limpo que pode efetivamente fornecer luz laser em profundidades de penetração acessíveis a comprimentos de onda mais longos”.

Esse desenvolvimento torna o uso de nano lasers mais viável no estudo de tecidos vivos. No entanto, não é o único lugar onde eles podem ser úteis. Eles também serviriam para modificar circuitos quânticos e microprocessadores eletrônicos ultra-rápidos e de baixa potência, por exemplo.

Via: FayerWayer

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