Siga o Olhar Digital no Google Discover
Nosso Sistema Solar é muito bem dividido. Primeiro, quatro planetas rochosos (Mercúrio, Vênus, Terra e Marte), um cinturão de asteroides, e depois, quatro gigantes gasosos (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno). Até pouco tempo, o maior planeta da região era creditado como responsável por isso, mas um estudo publicado na Nature Astronomy traz outra possibilidade.
Ofertas
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 349,90
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 205,91
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 7,60
Por: R$ 21,77
Por: R$ 16,63
Por: R$ 59,95
Por: R$ 7,20
Por: R$ 139,90
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
De acordo com os pesquisadores da Universidade do Colorado em Boulder, a “grande divisão” do nosso sistema solar teria origem em um disco protoplanetário que se formou em torno de nosso jovem sol há cerca de 4,5 bilhões de anos. A pressão próximo à localização de Júpiter criou uma estrutura em anel que impediu que detritos dessa região atingissem a zona terrestre, mantendo uma separação de composição entre as duas zonas.
“O disco protoplanetário do nosso Sistema Solar em formação pode ter desenvolvido pelo menos um e provavelmente vários anéis, o que potencialmente desencadeou a formação dos planetas gigantes”, afirma o artigo, assinado pelos professores do Departamento de Ciências Geológicas, Ramon Brasser e Stephen Mojzsis.
A pesquisa foi possível com a ajuda de dados coletados de observações de jovens estrelas distantes pelo telescópio ALMA, no Chile. Vistos à luz infravermelha, esses sistemas são cercados por faixas de detritos que provavelmente contêm áreas alternadas de baixa e alta pressão de gás e poeira. Essas faixas concentram gravidade o suficiente para agrupar materiais e criar regiões distintas no sistema solar.
Até então, acreditava-se que Júpiter – e seu imenso campo gravitacional – era pelo vasto espaço vazio logo após o cinturão de asteroides. Porém, usando modelos gerados em computador, os pesquisadores observaram que, apesar de seu tamanho impressionante, Júpiter não era grande o suficiente para impedir que o material rochoso se movesse em direção ao sol.
Via MNN