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A partir desta terça-feira (28), a Polícia Civil de São Paulo será capaz de cruzar, além de impressões digitais, dados de reconhecimento facial. Isso será possível com a inauguração do Laboratório de Identificação Biométrica – Facial e Digital, localizada na sede do IIRGD (Instituto de identificação Ricardo Gumbleton Daunt).

Desde 2014, o Sistema de Identificação Automatizada de Impressões digitais (Afis) era capaz de cruzar dados de impressões digitais, com a inauguração, o sistema passa a contar, também, com reconhecimento facial. Segundo o governo do estado, a novidade permite maior confiabilidade e agilidade na produção de provas técnicas.

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Para tal, o sistema possui um banco de dados com cerca de 30 milhões de registros biométricos, que serão interligados a mais dados de outras plataformas. “O reconhecimento facial não vai ser utilizado isoladamente como meio de prova. Nós vamos ‘linkar’ a outros procedimentos da Polícia Civil e formar um conjunto que vai determinar se um sujeito, que é o suspeito, praticou um delito ou não”, explicou Ruy Ferraz Fontes, o delegado-geral da Polícia Civil.

Os dados biométricos coletados, por exemplo, durante a emissão de um RG, serão inseridos no sistema para a confirmação da identidade da pessoa requerente. Da mesma forma, imagens captadas em locais de crimes e fragmentos de impressões digitais ficarão disponíveis para que algoritmos de busca encontrem possíveis candidatos à autoria dos delitos. 

Via: Governo de São Paulo

 

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