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A Apple anunciou nesta terça-feira (28) os resultados trimestrais referentes aos últimos três meses de 2019 e os números não poderiam ser melhores. A companhia divulgou que alcançou receitas recordes em sua história, surfando na popularidade do iPhone 11, na procura pelos AirPods e, claro, no período de festas de fim de ano, que normalmente já movimenta o comércio mais do que o normal.

Durante o período, a Apple registrou receitas na casa de US$ 91,8 bilhões, acima do que o mercado esperava para o trimestre, com um lucro líquido de apenas US$ 22,2 bilhões acumulado em três meses.

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A Apple parou de informar os números exatos de vendas há algum tempo, então não é possível dizer quantas unidades foram vendidas. No entanto, as receitas geradas pelas vendas aumentaram de US$ 51,98 bilhões no final de 2018 para US$ 55,96 bilhões ao final de 2019, com um ganho de 7,6% na comparação ano a ano.

As áreas que mais ganharam força comparativamente foram a de aparelhos vestíveis, incluindo os AirPods e Apple Watch, que viram suas receitas aumentarem em quase 37% na comparação anual, e a área de Serviços, que inclui o Apple Music e agora conta com o Apple TV+, que cresceu aproximadamente 17%.

Nem tudo são boas notícias para a empresa, no entanto. O iPad, que passou por anos de quedas sucessivas nas vendas, mas havia se recuperado com a introdução dos aparelhos Pro e versões mais baratas, voltou a encarar uma fase negativa. As vendas caíram em pouco mais de 11% na comparação anual. Da mesma forma, a venda de Macs viu uma leve queda de 3,4%, praticamente mantendo a estabilidade que marca essa linha de produtos.

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