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Ainda adolescente, Jaqueline Góes de Jesus escolheu a carreira de biomédica. Ela ainda nem pensava em ser cientista, mas, durante o curso, sua primeira experiência em pesquisa foi com o vírus HIV. E aí ela entendeu a importância do trabalho do pesquisador.
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Depois disso, a cientista participou do projeto Zibra. Ela percorreu o nordeste para fazer o sequenciamento do genoma do vírus de zika. Hoje, já no pós-doutorado, ela estuda dengue 2. Há alguns anos, as infecções por esse vírus vêm crescendo no Brasil e o trabalho dela é entender por que isso tem acontecido recentemente no país.
Esse projeto levou a equipe liderada por Jaqueline no Instituto de Medicina Tropical da Universidade de Sâo Paulo (USP) ao sequenciamento do genoma da variante de coronavírus identificada por aqui.
O grupo participa do Centro Conjunto Brasil-Reino Unido para Descoberta, Diagnóstico, Genômica e Epidemiologia de Arbovírus (Brazil-UK Centre for Arbovirus Discovery, Diagnosis, Genomics and Epidemiology). E essa parceria tem sido benéfica para todos os projetos desenvolvidos pelos cientistas participantes.
Jaqueline diz que fazer ciência no Brasil é muito difícil, tanto pela falta de reconhecimento quanto pela escassez de recursos. Ela comemora, porém, que mais mulheres têm escolhido essa área.
Com o sequenciamento do genoma do coronavírus em tempo recorde, a equipe ganhou mais visibilidade. Depois de todo o trabalho, as cientistas esperam receber mais recursos financeiros.