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Para ajudar restaurantes parceiros a superar a crise causada pela pandemia do coronavírus, a startup iFood anunciou na quarta-feira (18), uma série de medidas. As ações foram antecipadas com exclusividade para o jornal O Estado de São Paulo, e estão ligadas à criação de um fundo assistencial de R$ 50 milhões para os parceiros, além de antecipação de pagamentos e flexibilização da ferramenta “Para Retirar”.
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As novas frentes de atuação serão detalhadas pela startup em 25 de março, com implementação prevista para 2 de abril. As medidas passam a valer para todos os 131 mil restaurantes que fazem parte da plataforma, espalhados por 912 cidades de todo o país.
De acordo com a empresa, o valor será disponibilizado a partir de sua própria receita. Eles informam que os restaurantes elegíveis, poderão receber de volta parte das comissões cobradas pela empresa.
“Restaurantes que tiverem apenas uma sede, o dono for uma pessoa física e estiverem em área de grande impacto do coronavírus estão nas nossas prioridades. A contribuição aos restaurantes vai aparecer como uma devolução nas faturas dos pedidos”, declara Diego Barreto, diretor financeiro do iFood.
Outras medidas
Além disso, a empresa informa que vai reduzir o tempo para o repasse de valor para os parceiros. Atualmente, quando um pedido é finalizado em um dos restaurantes, o valor demora cerca de 30 dias para ser recebido pelo estabelecimento. A partir de 2 de abril, o prazo será de apenas sete dias após a compra.
Por fim, a terceira medida é a flexibilização da função recém-lançada “Para Retirar”. O recurso permite ao usuário retirar um pedido diretamente no restaurante ou pedir o prato e consumir nas dependências do estabelecimento. A ideia é manter as áreas comuns dos locais o mais livre possível, para evitar uma possível disseminação do vírus.
Esse conjunto de ações não foi o primeiro adotado pela startup para tentar diminuir os impactos do coronavírus nos colaboradores. Na semana passada, foi anunciado um fundo de R$ 1 milhão para ajudar entregadores que estiverem com suspeita ou forem diagnosticados com a doença.
Via: O Estado de São Paulo