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Qualquer que seja o medicamento, a automedicação é perigosa. Em alguns casos, pode até parecer que não houve efeito negativo, mas há situações em que as reações adversas são de fato muito danosas.
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Com o anúncio de que a cloroquina seria testada em pacientes com Covid-19, tanto aqui no Brasil quanto nos Estados Unidos, houve uma corrida às farmácias. Isso porque muitos consumidores concluíram que tomá-la poderia prevenir a infecção por coronavírus. O farmacêutico Rogério Pietro Mazzantini explica que não funciona assim.
A ação de um medicamento varia de acordo com uma série de fatores. No caso da malária, a cloroquina age, a princípio, nos sintomas, ou seja, ela é usada inicialmente para conter a febre alta provocada pela doença. Na artrite rematoide e no lúpus eritematoso, ela atua de outras formas.
Além disso, é preciso observar a dosagem indicada. Esse aspecto também depende da doença que está sendo combatida e de fatores individuais do paciente. No caso da cloroquina ainda não há informações sobre os efeitos tóxicos em pacientes contaminados com coronavírus nem sequer a dose adequada para o tratamento da Covid-19.
No caso da Covid-19, a cloroquina foi selecionada pela ação obtida no tratamento de outras doenças respiratórias causadas por vírus, como a SARS. Além disso, é um medicamento barato, o que torna o acesso mais fácil. Vale lembrar, entretanto, que o número de pacientes medicados com ela ainda é pequeno para tirar conclusões.