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Pesquisadores do Instituto Vital Brazil e da Universidade Federal do Rio de Janeiro estudam um medicamento feito a partir do plasma sanguíneo de cavalos. O soro hiperimune é do mesmo tipo dos usados contra a raiva e a picada de animais peçonhentos.
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No antiveneno, o sangue equino produz agentes de defesa contra a toxina. O soro é criado a partir desse plasma com anticorpos. O mesmo processo é usado no soro contra a raiva, que impede que o agente viral se manifeste no corpo do infectado.
O primeiro teste do soro contra o coronavírus será feito nesta quarta-feira. A UFRJ será responsável por isolar e inativar o vírus, para que ele possa ser inoculado em cavalos do Instituto Vital Brazil. Se os resultados forem promissores, o soro pode ser testado em humanos daqui a quatro meses e produzido em grande escala em seis meses. O instituto pode fabricar até 100 mil tratamentos por ano.