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A Imerai, empresa relativamente nova no mercado, sediada na Incubadora da Escola de Negócios de Edimburgo, desenvolveu um sensor que utiliza Inteligência Artificial (IA) para entender o mundo físico ao redor.
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O projeto, que é inspirado no mundo natural, usa a ecolocalização em vez de luz para receber imagens. Funciona de forma semelhante à maneira com que um morcego utiliza o som para entender os arredores. A imagem resultante não possui dados identificáveis, para que a privacidade seja protegida.

Visão que o sensor tem dos arredores. Gif: Imerai
Concentrando-se inicialmente em aplicações domésticas, a inovação, segundo a empresa, é essencial para a privacidade residencial. No entanto, as aplicações do sensor são amplas e incluem até a facilitação do distanciamento social em escritórios e apoio para pessoas com necessidades de vida assistida.
Alex Bowen, fundador da Imerai, destacou alguns obstáculos enfrentados durante a criação do projeto: “Para treinar e construir uma IA, você precisa ensiná-la a interpretar as informações mais frequentemente descritas por um ser humano. Todas as IAs precisas aprender a se adaptar constantemente para entender o mundo como nós. Mas a indústria continua enfrentando o problema de ensinar uma IA sobre o que acontece nas casas das pessoas sem invadir a privacidade dos usuários”.
Ele continua e explica como encontrou a solução: “Como em muitos problemas, a natureza tinha a resposta. Os morcegos emitem um grito e escutam os ecos para entender as distâncias e a localização de objetos físicos. Dessa forma, ele pode interpretar o entorno. Nossos sensores funcionam de forma semelhante, usando a ecolocalização para criar uma imagem sem nenhum dado de identificação”.
“Isso tem amplas aplicações. Enquanto o Reino Unido debate como facilitar as medidas de isolamento, a tecnologia pode ser usada para contar quantas pessoas estão presentes em um escritório e a que distância estão. Para a vida assistida, isso pode ajudar quem sofre de algum problema, permitindo que sejam monitoradas constantemente”, completa Bowen.
A tecnologia pode representar o próximo passo dos assistentes virtuais baseados em IA. Os atuais são acionados manualmente por voz, mas a criação da Imerai pode permitir que a interação possa ser mais intuitiva.
Isso porque ele pode “ver” o que o usuário está fazendo e indicar a continuidade, como quando se está seguindo uma receita, o dispositivo poderá fornecer o próximo passo quando entender que o usuário já concluiu o anterior, por exemplo.
Via: TechXplore