Siga o Olhar Digital no Google Discover
Com o desenvolvimento da Internet das Coisas (IoT), objetos domésticos tornam-se cada vez mais inteligentes e potencializam a automatização de residências. Entretanto, segundo a Fundação Nacional de Ciências dos Estados Unidos, a vulnerabilidade de segurança de dispositivos ainda compromete a confiança de consumidores em plataformas de casas inteligentes.
Ofertas
Por: R$ 4.519,90
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 155,44
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 222,11
Para responder a esse problema, a organização reuniu sete instituições acadêmicas do país em uma força-tarefa com o intuito de estudar o aprimoramento da segurança de dispositivos domésticos de Internet das Coisas (IoT). Liderada pela Universidade de Dartmouth, a SPLICE (Segurança e Privacidade no Ciclo de Vida da IoT para Ambientes de Consumo) visa promover pesquisas em vários campos relacionados a aparelhos inteligentes.
As temáticas incluem privacidade, sociologia, design de interface, computação móvel, redes sem fio e engenharia de rádio. Em nota, a iniciativa aponta que a Internet das Coisas pode oferecer comodidades, aprimorar a eficiência de uso de energia, reforçar a segurança de residências, além de fornecer outros benefícios. No entanto, limitações de design e configurações dos dispositivos “podem criar condições inseguras e aumentar o risco de danos a consumidores e propriedades”.
A força-tarefa pretende desenvolver uma série de ferramentas para identificar os chamados “dispositivos inteligentes não cooperativos”, para ajudar usuários a entenderem como a tecnologia de suas casas funcionam. O projeto quer desconstruir o modelo de privacidade que força consumidores pouco familiarizados com tecnologia a descobrirem por conta própria como proteger dispositivos específicos.
O grupo também pretende conduzir estudos para identificar quais são os maiores receios de consumidores com tecnologias ligadas ao conceito de Internet das Coisas. Além disso, serão desenvolvidos protótipos de produtos a partir dos conhecimentos adquiridos durante as pesquisas. A SPLICE ainda criará um conselho consultivo para fornecer orientação sobre as melhores práticas e discutir desafios futuros.
Vale lembrar que o conceito de casas inteligentes também está presente no mercado brasileiro. Segundo dados da empresa Statista, o setor de Smart Home deve crescer em torno de 40% em 2020 em comparação com o ano anterior. A estimativa, no entanto, foi publicada em fevereiro, antes de estados do país adotarem medidas de isolamento social para conter a pandemia do novo coronavírus.
Fonte: Engadget