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Imunidade. Essa é, hoje, uma das maiores dúvidas sobre o novo coronavírus. Muitos estudos têm sido feitos em todo o mundo, mas ainda não há respostas definitivas. E por quê? Porque a doença é muito nova e ainda não houve tempo de avaliar quanto tempo dura a imunidade obtida por um indivíduo curado.
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Um dos grupos que investiga o tema está na Rockefeller University, em Nova York, nos Estados Unidos. Lá, o biólogo brasileiro especialista em imunologia Julio Cesar Cetrulo Lorenzi é um dos integrantes de uma equipe que acaba de publicar uma pesquisa sobre o tema na revista Nature Medicine.
O estudo avaliou 143 indivíduos recuperados para observar se eles haviam desenvolvido anticorpos monoclonais. Neles, foi encontrada uma variação grande tanto na quantidade desses elementos quanto na qualidade deles: houve respostas muito boas, respostas não tão boas e respostas próximas de zero.
Julio lembra que ainda é cedo para conclusões, mas que os estudos indicam que talvez seja necessária uma determinada estrutura de anticorpo para encaixar na estrutura viral do novo coronavírus. Seria o mesmo que acontece com uma chave e uma fechadura, que são específicas uma para a outra.