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A imunidade contra o novo coronavírus pode ser duradoura, é o que indica uma nova pesquisa publicada na revista Nature esta semana. Conduzido por cientistas de institutos de Singapura, o estudo analisou a amostra de 23 pessoas recuperadas de SARS – também causada por um coronavírus e concluiu que os participantes apresentam respostas de células T contra a doença, mesmo após 17 anos da infecção.
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As células T, ou linfócitos T, correspondem a partículas de defesa do sistema imunológico responsáveis por atacar células infectadas por invasores. Elas diferem dos anticorpos, que reconhecem microorganismos fora das células e são produzidos por outra partícula chamada linfócito B.
Assim como os anticorpos, as funções das células T são associadas à memória formada diante de exposições passadas do organismo a agentes infecciosos. Memória que pode ser curta ou de longo prazo.