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Ao longo dos anos, o mundo todo observou o avanço de robôs, que são criados com o objetivo de se adaptar e realizar diversas atividades até no lugar de humanos. São diferentes sistemas para as mais variadas finalidades. Este processo continua ocorrendo e a tendência é que estes equipamentos apresentem cada vez mais perfeição na execução de tarefas.

Neste caminho, estudiosos do Laboratório DART, da Georgia Tech, desenvolveram os chamados “propulsores trocáveis”, que ajudarão robôs móveis a se locomoverem por qualquer tipo de terreno, mesmo os projetados apenas para superfícies planas. O novo equipamento permitirá até que o robô nade em água.

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Pernas para movimentação

O objetivo da criação foi desenvolver pernas que fossem integradas às rodas já existentes no robô. Isso permitirá que ele transpasse obstáculos no solo, sejam pedras, terra, folhas, ou outros, e ainda tenha uma melhor desenvoltura frente à sua própria locomoção. Por isso, o robô deve estar sempre equipado com as pernas e levá-las consigo onde quer que vá. Os novos adereços serão removidos ou inseridos por um braço manipulador através de um imã.

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Recurso desenvolvido por pesquisadores conta com pernas e braço manipulador para locomoção de robô. Créditos: hackster.io/Reprodução

Braço manipulador

Para que a técnica de “propulsores trocáveis” fosse possível, os pesquisadores tiveram que criar uma espécie de braço manipulador. Por meio de um imã, este braço, situado na parte de cima do robô móvel, pega as pernas e as prende nas rodas do equipamento. Desta forma, todo o corpo do robô é levantado a medida que as pernas fazem voltas junto às rodas.

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Para o futuro

Os estudiosos da DART pretendem continuar as pesquisas neste sentido e desenvolver outros recursos aos robôs móveis. O objetivo é o perfeito funcionamento e atendimento ás necessidades dos humanos ou no auxílio de outras atividades. Assim, com o foco de reduzir o consumo de energia destes equipamentos, eles cogitam que o próximo passo seja adicionar um sistema de percepção e mapeamento aos robôs, o que deverá trazer uma navegação mais eficiente em termos de espaço e ambiente físico.

Fonte: hackster.io