Tecnologia permite examinar múmias por dentro

Acsa Gomes
Acsa Gomes 21/08/2020 22:27, atualizada em 21/08/2020 23:12

Os primeiros pesquisadores modernos especializados em Egito Antigo, costumavam desenrolar as múmias e fazer autópsias nos cadáveres. O método destruía o artefato arqueológico. Os cientistas atuais usam tecnologia, como ressonância magnética e raios-X.

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Recentemente, três animais mumificados foram desembrulhados e dissecados digitalmente com microtomografia computadorizada por pesquisadores da Universidade de Leicester e da Universidade de Swansea. A partir desse processo, eles obtiveram detalhes sobre a dieta, a morte e até a deificação dos animais, uma cobra, um pássaro e um filhote de gato.

Os resultados foram publicados na Scientific Reports. As digitalizações permitiram imprimir os restos do esqueleto das múmias em 3D e manuseá-los.

Além disso, foi possível descobrir que o gato examinado tinha menos de cinco meses e que, provavelmente, foi estrangulado. A cobra foi identificada como uma naja egípcia e evidências de danos renais mostram que ela pode ter sido foi privada de água durante a vida. Já o pássaro provavelmente era um francelho euroasiático, uma subespécie de falcão.

Acsa Gomes
Acsa Gomes

Acsa Gomes é formada em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo pela FAPCOM. Chegou ao Olhar Digital em 2020, como estagiária. Atualmente, faz parte do setor de Mídias Sociais.

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