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Uma das principais dificuldades no desenvolvimento de robôs é seu alto consumo de energia. E, quando se trata de microrrobôs, é pior ainda, pois quanto menor a bateria, menos energia ela é capaz de fornecer.
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Uma equipe de pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia, a USC, conseguiu contornar o problema. Eles criaram o minúsculo RoBeetle, um inseto robótico autônomo capaz de se locomover por até duas horas carregando o dobro de seu peso sem nenhuma bateria.
Os cientistas explicam que os micromúsculos do RoBeetle são feitos d e uma liga de níquel-titânio que encolhe e expande com mudanças de temperatura. Esses são revestidos com platina que, quando entra em contato com metanol, provoca combustão. Isso produz calor e faz que a abertura deslize, regule o fluxo de combustível e movimente o microrrobô.
Por enquanto, o RoBeetle só se move para a frente. Sua velocidade não é ajustável e, depois que ele começa a andar, só para se quebrar ou se acabar o combustível. A ideia por trás dele, entretanto, é inovadora, e seus criadores afirmam que ele pode servir de modelo para microrrobôs capazes de locomoção aérea.