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O Departamento de Justiça (DoJ) dos EUA entrou com um pedido de confisco de 280 contas de criptomoedas que teriam sido usadas por hackers norte-coreanos em ataques a duas casas de câmbio virtuais. Os ataques teriam gerado mais de US$ 100 milhões (R$ 560 milhões) em criptomoedas, que teriam sido lavados com a ajuda de dois cidadãos chineses presos em março deste ano.
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Os ataques seriam uma forma de contornar sanções comerciais e financeiras impostas pelo conselho de segurança da ONU desde 2006, como uma forma de impedir o avanço dos programas nuclear e de mísseis balísticos do governo norte-coreano.
“A ação de hoje expõe publicamente as conexões contínuas entre o programa de ciberataques da Coreia do Norte e uma rede chinesa de lavagem de criptomoedas”, diz o procurador-geral adjunto em exercício Brian Rabbitt, da divisão criminal do DoJ, em um comunicado.
Um relatório da ONU publicado no ano passado estima que a Coreia do Norte gerou cerca de US$ 2 bilhões (cerca de R$ 11,2 bilhões) para seus programas de armas de destruição em massa usando “amplos e cada vez mais sofisticados” ataques para roubar de bancos e casas de câmbio de criptomoedas.
A Coreia do Norte nega as acusações, dizendo que são uma “invenção” criada para manchar sua imagem.
Fonte: Reuters