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A empresa aeroespacial Airbus está estudando como que voos em formação – como um bando de gansos voando rumo à migração – podem fazer com que seus aviões economizem combustível. A pesquisa é da incubadora Airbus UpNext, que tem investigado as eficiências aerodinâmicas de se voar em formação.
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Ainda que se fale em formação, Sandra Bour Schaeffer, CEO da Airbus UpNext, explicou que não é da forma tradicional como a maioria deve imaginar. “É muito, muito diferente do que os militares chamariam de voo em formação”, contou Schaeffer. “Não tem nada a ver com formação fechada.”
Para ter uma noção real da ideia, a UpNext planeja alçar, por enquanto, voo com dois aviões de passageiros como parte de um projeto de demonstração de “fello’fly”, que pode ser traduzido para o português como “voo parceiro”. A Airbus está tão empenhada em tirar esse projeto do papel que já está fazendo os testes iniciais com dois aviões A350 desde março deste ano.
A teoria é que, ao voarem perto uns dos outros, cada avião – ou pássaro – se beneficia do rastro deixado pelo objeto próximo. Assim, a ponta das asas de cada avião cria um vórtice que pode fornecer sustentação para o que vem atrás.
“[Os pilotos] estarão de uma e meia a duas milhas náuticas de distância da aeronave líder e ligeiramente deslocados, o que significa que eles estão do lado do vórtice”, explicou Schaeffer. “Não é mais o vórtice, é a corrente suave de ar em rotação que está ao lado do vórtice, e usamos a corrente ascendente desse ar”, continuou.
Assim, de acordo com Schaeffer, os aviões podem economizar de 5% a 10% de combustível. “Um número enorme” nesse cenário.
No entanto, vale lembrar que ter objetos voadores uns tão próximos dos outros no ar envolve alguns riscos. Portanto, é preciso muita testagem antes de tornar a técnica oficial e popular.
Via: Futurism