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Enquanto as redes 5G começam a ganhar capilaridade, os especialistas da indústria de tecnologias de redes móveis já debatem as aplicações e especificidades das redes 6G. John Smee, vice-presidente de engenharia da Qualcomm, acredita que elas ficarão prontas em 2027.
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Segundo ele, a primeira especificação técnica da sucessora do 5G deve ser publicada no mesmo ano. Já a comercialização entre operadoras e distribuidoras de internet deve ocorrer apenas em 2030. No Brasil, ainda esperamos pelo leilão de espectro para as redes 5G.
De acordo com Mazin Gilbert, vice-presidente de automação de análise de redes da AT&T, a rede móvel 6G deve entregar conectividade com velocidade até 100 vezes maior que a média registrada pela tecnologia 5G.
A ideia é que a rede 6G seja implementada em cima das redes 5G. Elas terão mais frequências e serão capazes de se conectar a dispositivos e smartphones com inteligência artificial para oferecer mais qualidade de conexão.
Para o pesquisador Walid Saad, o 6G vai ajudar a consolidar a migração de um modelo de Big Data para tecnologias móveis. Nos próximos anos, é provável que aparelhos e paredes usem materiais que consigam irradiar facilmente o espectro necessário para permitir a conectividade.