Siga o Olhar Digital no Google Discover
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou nesta quinta-feira (19), que foram excluídas mais de 1.000 contas do WhatsApp durante o período eleitoral por disparos em massa de mensagens, o que viola os termos de serviço da plataforma.
Ofertas
Por: R$ 36,21
Por: R$ 24,96
Por: R$ 9,90
Por: R$ 5,86
Por: R$ 113,70
Por: R$ 6,90
Por: R$ 37,92
Por: R$ 22,59
Por: R$ 59,95
Por: R$ 3.099,00
Por: R$ 3.324,00
Por: R$ 799,00
Por: R$ 241,44
Por: R$ 388,78
Por: R$ 2.159,00
Por: R$ 188,99
Por: R$ 45,00
Por: R$ 379,00
Por: R$ 1.239,90
Por: R$ 943,20
Por: R$ 798,99
Por: R$ 199,00
Por: R$ 476,10
Por: R$ 1.139,05
Por: R$ 949,00
Por: R$ 119,90
Por: R$ 398,99
Por: R$ 79,90
Por: R$ 199,90
Entre 27 de setembro e 15 de novembro, foram 4.759 denúncias realizadas pelo canal oficial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que formalizou uma parceria com o aplicativo. Uma parte das denúncias foram descartadas por não estarem ligadas diretamente às eleições, no entanto.
O restante delas, 4.630, foi encaminhado para o WhatsApp para análise, com 3.236 contas consideradas válidas e 1.004 irregulares, que foram banidas. O aplicativo, no entanto, diz que seus sistemas já haviam banido 63% delas previamente, antes de serem reportadas pelo TSE, graças às ferramentas de proteção e integridade do app.
Enquanto o segundo turno se desenrola em várias das principais cidades do Brasil, o TSE segue orientando cidadãos a denunciarem conteúdo abusivo que circula pelo WhatsApp. “O disparo em massa é uma prática proibida e passível de punição durante as eleições”, defende Aline Osorio, secretária-geral da presidência do TSE.
Para realizar uma denúncia, é necessário acessar à página do TSE, que conta com um formulário para coletar as informações sobre a mensagem e o remetente, incluindo o número telefônico, permitindo a análise da situação.
Como o WhatsApp conta com criptografia de ponta a ponta, o app depende de métodos indiretos de moderação da plataforma, como a denúncia de usuários e a análise de metadados para detectar comportamento suspeitos. A empresa, em tese, não pode ler o conteúdo que está sendo compartilhado de outra forma.