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O impasse no Brasil para a vacinação contra a Covid-19 ganhou uma nova cena. O governo federal restringiu a exportação de agulhas e seringas.
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A decisão foi tomada após o fracasso no Ministério da Saúde na compra desses produtos em pregão realizado na terça-feira da semana passada, com contrato encaminhado para apenas 3% dos materiais necessários para imunização.
Por isso, a pasta pediu para o Ministério da Economia para que agulhas e seringas entrassem no rol de itens essenciais para combate ao novo coronavírus.
Resumindo: a intenção é que a venda desses insumos para fora do país seja barrada para que não haja falta por aqui.
Portaria publicada na última quinta-feira diz que a venda destes produtos para outros países requer “licença especial”.
Este aval já era exigido para a exportação de respiradores pulmonares, máscaras, luvas e outros equipamentos usados na resposta à pandemia.
Vale lembrar que a indústria nacional de produtos hospitalares alerta o governo desde julho sobre a necessidade de planejar a compra de agulhas e seringas.